Entenda esse importante conceito nesse pequeno primeiro vídeo montado para o blog.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
sábado, 12 de novembro de 2016
Fauna Sinatropica Nociva
O IBAMA define em sua Instrução Normativa 141fauna sinantrópica nociva como "a fauna sinantrópica que interage de forma negativa com a população humana, causando-lhe transtornos significativos de ordem econômica ou ambiental, ou que represente riscos à saúde pública"
Referência:
IBAMA. Instrução Normativa 141, de 19 de dezembro de 2016.Regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva. Diário Oficial da União, 20 dez. 2016. Disponível em: Acesso em: 26 out. 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
Fauna Sinantrópica
O IBAMA define em sua Instrução Normativa 141 como fauna sinantrópica as populações animais de espécies silvestres nativas ou exóticas, que utilizam recursos de áreas antrópicas, de forma transitória em seu deslocamento, como via de passagem ou local de descanso; ou permanente, utilizando-as como área de vida.
Referência:
IBAMA. Instrução Normativa 141, de 19 de dezembro de 2016.Regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva. Diário Oficial da União, 20 dez. 2016. Disponível em:
sábado, 29 de outubro de 2016
Conservação ex situ
A conservação ex situ pode ocorrer de diferentes formas como em jardins botânicos, conservação in vitro, câmaras frias, zoológicos.
IBGE. Vocabulário básico de recursos naturais e meio ambiente. 2 ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2004. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/vocabulario.pdf
sábado, 17 de setembro de 2016
Conservação in situ
A conservação in situ pode ocorrer em nas diversas unidades de conservação. Como as espécies nesse tipo de conservação continuam sob a influencia direta das forças seletivas da nautreza continuam o processo de evolução e adaptação ao ambiente.
sábado, 10 de setembro de 2016
Espécie Bandeira
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As espécies bandeiras são escolhidas para representar uma causa ambiental. São consideradas símbolos de campanha e escolhidas conforme sua vulnerabilidade e carisma. No Brasil temos como exemplo de espécies bandeiras o mico leão dourado, onça-pintada, tartaruga marinha, tamanduá bandeira, arara azul
sábado, 3 de setembro de 2016
Espécie guarda-chuva
A preservação de áreas para a proteção de espécies guarda chuva são uma importante ferramenta de conservação de espécies. Um bom exemplo de espécie guarda-chuva é a onça-pintada que exige extensas áreas preservadas para sobreviver e se reproduzir. Como suas exigências ecológicas englobam a de várias espécies do seu ambiente sua proteção beneficia muitas outras espécies.
REFERÊNCIA
Instituto onça-pintada. Conservação. Disponível em: > Acesso em: 20 jul. 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
Mata Ripária
As formas de vegetação que acompanham os cursos d’água podem ser classificadas entre mata ciliar e mata de galeria. Na mata ciliar a vegetação árborea não forma galerias, esta vegetação acompanha os rios médios e de grande porte. A mata de galeria acompanha rios de pequeno porte e córregos e forma corredores fechados (galerias) sobre o curso d´água. A mata de galeria ocorre em fundos de vales e cabeceiras de drenagem.
REFERÊNCIA
ICMBIO. Fitofisionomias. Disponível em: >
sábado, 20 de agosto de 2016
sábado, 13 de agosto de 2016
Especiação
O processo de formação de novas espécies e longo podendo ocorrer de diferentes formas. Um dos modos de especiação acontece quando devido algo extrínseco grupos de espécies são isolados e impossibilitados de se acasalarem podendo ocorrer eventualmente um processo de especiação. O isolamento pode ser decorrente, por exemplo, da formação de um rio. A especiação pode ocorrer sem interferência de um fator externo sendo decorrente da evolução gradual.
REFERÊNCIA
IBGE. Vocabulário básico de recursos naturais e meio ambiente. 2 ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2004. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/vocabulario.pdf
sábado, 6 de agosto de 2016
Alopátricas
O processo de isolamento por diferentes motivos faz com que algumas espécies passem a ocupar áreas geográficas distintas, isolamento geográfico, podendo culminar num processo de especiação.
sábado, 30 de julho de 2016
Aprenda: Endemica
Um dos grandes problemas da degradação ambiental é a ameaça as espécies endêmicas. Na mata atlântica uma estimativa considerada que das mais de 1700 espécies de vertebrados cerca de 700 são endêmicas. Com a diminuição desse bioma cada vez mais estas espécies são ameaças de extinção.
sábado, 23 de julho de 2016
Hotspot
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| Hotspot |
É um termo ambiental criado por Norman Myers, ecólogo e cientista inglês, utilizado para as áreas que apresentam grande biodiversidade e alto risco de degradação ambiental. Para ser classificada como hotspots deve possuir no mínimo 1.500 espécies endêmicas de flora e ter perdido mais de 75% de sua vegetação natural. No Brasil o Cerrado e a Mata Atlântica são considerados hotspot.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Serapilheira
A serapilheira é um importante elemento do ciclo do carbono, da cadeia alimentar e da fertilidade do solo. Entenda o seu significado.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Ecotóno
Para uma efetiva gestão ambiental cabe entendermos seus conceitos e funcionamento.
O termo ecotóno foi definido pela Resolução do Ministério do Meio Ambiente n°12 de 1994 como a zona de contato ou transição entre duas formações vegetais com características distintas. É uma área de transição que tem elementos de duas áreas distintas possuindo maior biodiversidade e possuindo em muitos casos espécies endêmicas.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Classificação dos Resíduos da Construção Civil
A resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiental (CONAMA) nº307/2002 estabelece as diretrizes e critérios para a gestão dos resíduos da construção civil. A disposição de resíduos da construção civil em locais inadequados contribui para a degradação da qualidade ambiental. Como para muitos resíduos existe viabilidade técnica para reutilização ou reciclagem deve ser melhorada a gestão de resíduos desse setor.
Segundo o CONAMA os resíduos da construção civil são aqueles provenientes de construções, reformas, reparos e
demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos,
tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas,
madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos,
tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
CORREDORES ECOLÓGICOS
A lei 9.985/2000 define os corredores ecológicos como:
As porções de ecossistemas naturais ou seminaturais, ligando unidades de conservação, que possibilitam entre elas o fluxo de genes e o movimento da biota, facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas, bem como a manutenção de populações que demandam para sua sobrevivência áreas com extensão maior do que aquela das unidades individuais.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Recuperação e resturação
Entenda a diferença entre restauração e recuperação. A lei n° 9.985/2000 que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação define:
- RECUPERAÇÃO: restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente de sua condição original
- RESTAURAÇÃO: restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada o mais próximo possível da sua condição original
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Modos de restaurar a floresta
A revista da FAPESP publicou recentemente uma informações de uma interessante pesquisa sobre a restauração ecológica numa fazendo no município de Paragominas, no Pará. Com emprego de técnicas como o enriquecimento artificial de florestas depois de quatro anos conseguiram recuperar cerca de 60% do território parcialmente destruído pela exploração madeireira.
No processo de enriquecimento se inicia com o diagnóstico da área para levantar as causas da destruição. Na sequência é avaliado o potencial de recuperação do local. Caso a capacidade de recuperação seja alta é feita a opção pela regeneração natural. Caso a capacidade de recuperação seja baixa é feito o plantio de espécies atratoras de fauna. Após cerca de 3 anos a área tem nova avaliação para verificar o andamento da recuperação. Nesta avaliação caso seja identificado que outras espécies tem conseguido chegar naturalmente é deixado para continue esse enriquecimento natural. Caso a dispersão não esteja ocorrendo espontaneamente é realizando um enriquecimento realizando plantio de novas mudas.
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| Fonte: FAPESP |
As pesquisas subsidiam as alterações de políticas públicas, ou pelo menos, deveriam, por isso vale a pena ficar atento as atualizações nesta área.
REFERÊNCIA
FAPESP. Disponível em:
segunda-feira, 4 de abril de 2016
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