
O trabalho de fitorremediação depois do acidente de Chernobyl começou em 1994, em uma lagoa contaminada por elementos radioativos. Os pesquisadores da Phytotech, uma companhia de fitorremediação, prenderam 24 girassóis numa espécie de jangada e pontilharam a lagoa de 75 metros quadrados. As plantas absorveram césio e estrôncio da mistura de metais que havia no local. As plantas não metabolizaram os elementos.. Eles começaram com poucos girassóis na tentativa de limpar completamente a lagoa. Depois eles vieram a colocar 50 a 60 girassóis, para limpar a lagoa. A estimativa de custo na época foi de cerca de $2 a $6 por mil galões de água. Entretanto para evitar a recontaminação da lagoa, o terreno das proximidades também devem ser descontaminados ao mesmo tempo.
Nos Estados Unidos, quase todos os locais radioativos pertencem ao departamento de energia. Antes do projeto dos girassóis de Chernobyl, os investigadores de Phytotech experimentaram bombear a água subterrânea contaminada de alguns locais em recipientes com girassol. Dentro de 24 horas, as plantas reduziram a concentração do urânio na água de 350 partes por bilhão (ppb) a menos de 5 ppb, que se encontra com os limites legais para águas subterrâneas na região.






